Deadpool, o anti-herói pansexual, carente, neurótico e muito divertido!

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Estrelado por Ryan Reynolds, Deadpool é o anti-herói da Marvel que ganha um filme para chamar de seu e promete fazer tudo valer a pena

Chegou aos cinemas brasileiros Deadpool, um personagem pouco conhecido do grande público. mas engana-se quem o chama de herói. Palavras dele: “Eu posso ser super, mas certamente não sou herói”, brada o personagem interpretado pelo canadense Ryan Reynolds em determinado momento do filme. Não é bravata. Criado em 1991 pelos quadrinistas Rob Liefeld e Fabian Nciesa, Deadpool é um mutante mercenário visto pela primeira vez nas HQs como vilão. Pansexual, o personagem constantemente flerta com outros heróis do universo Marvel, sejam eles homens ou mulheres.

Assim como Wolverine, Deadpool é um produto do projeto Arma X, por isso a primeira aparição do personagem no cinema foi no horrível “X-men origens: Wolverine” (2009). Ali o personagem surgia completamente deturpado; mesmo assim os fãs ficaram com um gostinho de quero mais.

Ryan Reynolds, que no final daquela década vivia a melhor fase de sua carreira e já estava envolvido com o personagem desde 2004, pôs pilha para a produção sair do papel. Mas a Fox, que adquiriu os direitos sobre o personagem da New Line – que havia produzido a trilogia “Blade”, outro personagem B da Marvel – não sabia exatamente o que fazer com o personagem. A participação – e o saldo dela – no filme solo de Wolverine não ajudava na questão.

“Mas foi a melhor coisa que aconteceu”, disse Ryan Reynolds em material divulgado à imprensa.  Os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese, do hit “Zumbilândia” (2009), uma comédia satírica recheada de zumbis, foram contratados para trabalhar em uma versão de roteiro para um filme do personagem.

Deadpool, vivido pelo ator Ryan Reynolds
Deadpool, vivido pelo ator Ryan Reynolds

A Fox custava para confirmar a produção do filme e foi uma ação ousada capitaneada por Rynolds que decidiu em favor de “Deadpool” ver a luz do dia. O vazamento de uma “fita teste” com o Reynolds como o personagem na San Diego Comic-Com que deixou todo o mundo geek em frenesi limou as dúvidas do estúdio e o sinal verde veio antes do fim da feira pop em julho de 2014.

No evento de 2015, quando o primeiro trailer de “Deadpool” foi revelado, o filme novamente foi o maior destaque da feira. Agora, antes mesmo da estreia mundial do filme, a Fox já confirmou a sequência.

As coisas mudaram. A Fox abriu mão da classificação livre nos EUA – no Brasil o filme está liberado para maiores de 16 anos – em nome da liberdade criativa. O Deadpool que chega aos cinemas é fiel ao personagem dos quadrinhos. Tagarela, boca-suja, violento e extremamente, frise-se o extremamente, politicamente incorreto.

“Deadpool” é uma comédia de ação antes de ser um filme de super-herói. Essa abordagem garante o frescor à produção que recebe tratamento especial no Brasil. A Fox coordena uma ação multimidiática para bombar o lançamento do filme. Além de brincar com a hashtag #Deadpoolresponde no Twitter, o personagem (não Ryan Reynolds) vai invadir o palco do Pânico na Band no próximo domingo (14).

A expectativa é por um grande sucesso de bilheteria e todo mundo vai estar prestando atenção no barulho que “Deadpool” promete fazer. Depois que “Batman- O Cavaleiro das Trevas” modificou o jeito de se produzir adaptações de HQs, tudo indica que a próxima revolução está à espreita. E ela não vai ser nada educada.

 

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